Pegue este efeito no Site Tony Gifs Javas

domingo, 20 de março de 2011

patati patata se você quer sorri


Na cheche, as crianças amam essa música, ai vai minha homenagem, para aqueles fofuxos que amo demais, da creche do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás...

Jardim interior - Mario Quintana


Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar sozinha
entre o vermelho dos cravos.

O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono…
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente.


Mário Quintana
Claude Monet, The Artist's Garden at Giverny, 1900

A arte de ser feliz - Cecilia Meireles


Houve um tempo em que minha janela

se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto.



Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e,

em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual,
para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas,
para o homem,
para as gotas de água que caíam de seus dedos magros
e meu coração ficava completamente feliz.



Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.

Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.

Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.



Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.

Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar,

cumprindo o seu destino.

E eu me sinto completamente feliz.



Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,

que estão diante de cada janela,
uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas,
e outros, finalmente,
que é preciso aprender a olhar,
para poder vê-las assim.

Então vamos descobrir a felicidade, olhar a paisagem, o vento, perceber algo que esta ao nosso redor, que com a correria deixamos de observar, vamos ser felizes, ou em busca da felicidade.

sábado, 19 de março de 2011

A importância do trabalho interdisciplinar


Nós, professores, não podemos mais negar a importância da interdisciplinaridade nos dias de hoje em sala de aula. Cada vez mais nós temos que trabalhar em conjunto - professores de todas disciplinas, sim, do núcleo comum. Por isso, torna-se necessário trabalhar por projetos, integrando todas as disciplinas. Por exemplo: ao elaborar um projeto sobre a dengue, várias disciplinas poderiam integrar esse trabalho e contribuir para o desenvolvimento do mesmo.

Observe, abaixo como cada disciplina poderia contribuir:

Língua Portuguesa

Produção textual sobre a doença, crítica, dissertação, confecção de relatórios, correção ortográfica.

Matemática

Levantamento de dados, pesquisas, incidência em percentual da doença, gráficos e tabelas demonstrando esses números.

História

Contexto histórico da doença - quando surgiu? Quem descobriu?

Geografia

Elaboração de um mapa com legendas indicando os principais focos da doença nos estados.

Artes

O desenho do mosquito, produção de peças teatrais.

Inglês

Tradução de textos, vocabulário.

Ciências da Natureza/ Biologia

Higiene, como detectar focos da doença, cuidados, formas de transmissão, nome cientifico da doença e do mosquito transmissor.

O exemplo acima nos dá a clara visão da importância do trabalho interdisciplinar. Temos que ter em mente que todas as disciplinas andam de mãos dadas - uma necessita da outra para o seu desenvolvimento. Para resolver um problema matemático, temos que saber ler e interpretar a questão. Para tanto, é necessário saber interpretar textos, pontuar corretamente - é aí que entra a Língua Portuguesa; em Biologia, no conteúdo de Genética, do Ensino Médio, temos que ter conhecimentos de porcentagens e probabilidades - aí entra a disciplina de Matemática; da mesma forma, a elaboração de mapas, gráficos e tabelas ligados à Geografia pede conhecimentos matemáticos.

Como professores, portanto, nós não podemos nossa disciplina como única, o processo ensino-aprendizagem não pode nem deve ser fragmentado, como se cada disciplina fosse uma caixinha isolada. O processo é um todo e precisamos cada vez mais abrir nossa mente para esse fato, pois só assim teremos alunos motivados em sala de aula.

Marcelo Beneti

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/a-importancia-do-trabalho-interdisciplinar.php acesso em 19/03/2011 às 21:54

O que é um tsunami? Um deles pode atingir o Brasil?


É possível definir um tsunami de maneira simples, como sendo um terremoto entre as placas tectônicas sobre as quais está o oceano. Esse tremor de terras no solo do mar provoca uma agitação imensa das águas, resultando em ondas que chegam de maneira violenta e desordenada ao litoral. As consequências são terríveis, como foi possível observar na Ásia em 2004, com cerca de 200 mil mortos e desaparecidos, e agora, na Oceania, com pelo menos uma centena de mortos e um número indeterminado de desaparecidos.

No Brasil, as chances de um tsunami são praticamente inexistentes, conforme explica Wilson Teixeira, professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP). "O país fica no interior de uma placa tectônica bem antiga. Todos os registros de tremor ou movimento das bordas das placas que chegam ao nosso continente são muito fracos, o que elimina o risco. E, além disso, o oceano Atlântico não tem registros de terremotos da mesma magnitude que o Índico", afirma o geólogo, que foi o responsável pela criação de um ambiente simulador de tsunami no museu Estação Ciência de São Paulo.

Além disso, o professor explica que as placas que recobrem o planeta se movem em velocidades diferentes e aquela sobre a qual o Brasil está se move com uma velocidade muito menor do que as da Ásia e da Oceania. "Por ano, as placas do oceano Atlântico sofrem uma separação de 2 centímetros, enquanto naquelas regiões são 8 centímetros. Por isso, não há chance de eventos agressivos aqui”, diz.

Na época da tragédia na Ásia, em 2004, especulou-se que o oceano Atlântico também tenha sofrido reflexos da movimentação das águas no Índico. “Houve muita discussão a esse respeito, porque alguns dias depois foi medida uma movimentação estranha de ondas do nosso litoral. No entanto, jamais se chegou a uma conclusão se isso seria uma resposta muito distante do que aconteceu lá ou somente picos anômalos de maré no Atlântico”, explica o professor.

Outra especulação é se um evento vulcânico nas Ilhas Canárias espanholas poderia causar um tsunami. “É uma hipótese meramente teórica que não se confirma”, declara o especialista.

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/o-que-e-um-tsunami-um-deles-pode-atingir-o-brasil.php acesso em 19/03/2011 às 21:32

Arquivo do blog